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A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) está a exigir que o Governo pague as dívidas internas acumuladas, poucos dias após o Executivo ter liquidado cerca de 700 milhões de dólares ao Fundo Monetário Internacional (FMI). No seu mais recente comunicado, o sector privado moçambicano felicita o Governo pela quitação da dívida externa, mas avisa: agora é hora de resolver as dívidas internas para salvar as empresas nacionais e combater a pobreza. A CTA, liderada pelo Presidente Álvaro Massingue, considera que o pagamento ao FMI foi uma boa decisão para garantir a estabilidade económica. No entanto, alerta que Moçambique continua entre os países com maiores níveis de pobreza do mundo, segundo indicadores internacionais recentes. “É urgente dar atenção às avultadas dívidas internas”, defende a confederação. O sector privado argumenta que o pagamento progressivo das dívidas internas vai: Muitas empresas moçambicanas estão à beira do colapso por causa de pagamentos em atraso do Estado, o que trava investimentos e o crescimento inclusivo. A CTA desafia o Executivo a adoptar políticas que estimulem a produção nacional, o investimento privado e a redução
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CTA reage ao pagamento ao FMI
Por que as dívidas internas são urgentes?
Apelo do empresariado ao Governo
